18/07/2020

A importância da educação para a formação educacional em tempos de pandemia

Photo by John Schnobrich on Unsplash

Oi gente! Já tem um tempinho que ando sumida. Vida de Cederjiano não é fácil. Muito pra ler, estudar, a eterna caça das horas complementares, fora que eu sou uma pessoa que não sossega, cada dia invento uma história. 
Fazer faculdade não é um trablho fácil para ninguém, mas fazer faculdade, depois de adulta, conciliar com trabalho, uma mente ligada no 220v, os cuidados com a saúde e mais uma pandemia rolando tem se mostrado um desafio. 
Mas estamos aí...
Desabafo à parte, eu escrevi essa redação para uma das avaliações de sociologia e resolvi compartilhar. O tema está em pauta e relando percebi que muito se relaciona com a temática de um Congresso Internacional de Educação que rolou essa semana, que por um acaso também pensei em escrever uma resenha para o blog.
Então pra já adiantar um pouco da temática, segue a redação. Prometo postar a resenha até sexta, porque ainda estou assistindo o replay esse fim de semana. 


Segundo dados do Instituto Ayrton Senna e Oppen Social, 55 milhões de brasileiros vivem abaixo da linha da pobreza. Levando esse fator em consideração, é possível inferir que grande parte dos alunos do país tem pouco ou nenhum acesso à tecnologia. Diante dessa situação, muito se tem falado sobre como está a educação em tempos de pandemia e como contornar as dificuldades apresentadas. Diante do exposto,  a escola, no momento, ao invés de oferecer a equidade nas oportunidades está, na realidade acentuando as desigualdades sociais. Muitos se questionam se o momento não seria para interromper as atividades escolares por completo. Entretanto esse tipo de saída acabaria por não só tirar a oportunidade de alguns mas de todos. Talvez pareça que há uma certa impotência, mas ela favorece a reflexão: os alunos se tornaram excluídos por causa da pandemia? Como demonstrado na pesquisa acima, a pobreza e a falta de acesso já ocorria em 2017. Dado essa circunstância, realmente não se pode transformar essa situação milagrosamente em poucos meses. Mas é possível se obter um aprendizado de tudo isso, e assim poder fazer algo a respeito no retorno. Exemplos como o da cidade de Sobral(CE), que em dez anos, alavancou a posição de 1366° no índice de desenvolvimento da Educação Básica para o 1° lugar, mostram que nem tudo está perdido.  Ao ser o entrevistado, o prefeito da cidade destacou como ações importantes o investimento em infraestrutura, o bom relacionamento da escola com a família e, principalmente, os professores. Segundo ele, os professores são fundamentais e pra isso a cidade investiu em boa qualificação. Realmente, tem se notado que as escolas que estavam mais habituadas com os recursos tecnológicos e tinham boas ferramentas pedagógicas para o uso da tecnologia fizeram uma transição melhor na época de pandemia. Sendo assim, um bom caminho a se seguir é a qualificação adequada para esses profissionais. Já não é de hoje que se fala que a educação não está acompanhando o ritmo do desenvolvimento tecnológico. E é nos tempos de crise que  é possível “acordar” e rever os conceitos. Uma outra oportunidade oferecida nos tempos de pandemia é o desenvolvimento de competências socioemocionais, tanto nos alunos como nos professores. A pandemia abre espaço para se trabalhar conceitos como a empatia, autonomia, curiosidade para o novo, autodeterminação e resiliência emocional, competências fundamentais não só para a época da pandemia como também para a vida. Portanto, é um fato de que a Educação nunca mais vai ser a mesma, abriu-se uma porta de oportunidades: escolher somente tentar recuperar esses meses perdidos ou aprender lições que podem realmente modificar e contribuir para uma sociedade mais igualitária. Enquanto isso, é importante usar esse tempo para melhorar como pessoas e cultivar novas qualidades.      

E você o que acha? Será que melhorar a formação dos docentes pode contribuir para uma resposta mais rápida da Educação como um todo em tempos de surpresas e imprevistos? O Congresso que assisti fala bastante sobre isso. Também responde ao questionamento que muitos se tem feito a respeito de o ano de 2020 ter sido perdido. Pessoalmente clareou minhas ideias e me ajudou a enxergar uma luz no fim do túnel. Vou trazer uma resenha bem legal que espero clarear também a sua perspectiva do assunto.
Beijinho e até o próximo artigo.



Referências 


ESPECIALISTA fala sobre os impactos da pandemia na educação escolar. 9m07s. Hora 1, 27 de março de 2020. Disponível em: < https://globoplay.globo.com/v/8436008/> Acesso em 22 de maio de 2020. SENNA, Viviane. Covid-19 potencializa desigualdade de oportunidades existentes no país. Instituto Ayrton Senna, 11 de maio de 2020. Disponível em: <https://institutoayrtonsenna.org.br/pt-br/conteudos/blog-de-artigos/covid-19-potencializa-desigualdade-de-oportunidades.html> Aceeso em 22 de maio de 2020. 
SOBRAL (CE) ocupa primeiro lugar no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica. ONU Brasil, 03 de janeiro de 2020. Disponível em: < https://nacoesunidas.org/sobral-ce-ocupa-primeiro-lugar-no-indice-de-desenvolvimento-da-educacao-basica/amp/> Acesso em: 22 de maio de 2020. 
LEIA MAIS

29/06/2020

Análise do artigo “O pensamento de Vygotsky como fonte de reflexão sobre a educação”





“Nenhum homem é uma ilha”, esse é um ditado conhecido e na Educação, ao analisar as teorias de Vygotsky, essa afirmação ganha muito mais sentido. No texto “O pensamento de Vygotsky como fonte de reflexão sobre a Educação”, a autora Marta Oliveira aborda como os principais elementos do pensamento de Vygotsky contribuem para a educação. De acordo com a autora, ao analisar suas principais ideias é possível inferir sobre o melhor caminho a seguir na prática pedagógica.
Em primeiro lugar, o conceito de desenvolvimento proximal dá um norte ao educador de quais deveriam ser suas expectativas ao avaliar o aluno. Vygotsky desenvolveu uma concepção referente ao aprendizado do ser humano. Nessa concepção ele criou os termos “conhecimento real” e “conhecimento potencial”, onde o primeiro se referia ao conhecimento já adquirido, que faz parte da vida da pessoa e que ela consegue usar sozinha. Já o potencial se referia ao conhecimento que é possível aprender com base no que se já sabe. Para definir a transição entre esses conhecimentos, Vygotsky usou o termo Zona de Desenvolvimento Proximal, também conhecido como ZDP, que poderia ser definido como uma ponte para se atravessar do Conhecimento Real para o Conhecimento Potencial. Nela o aluno pode, com auxílio de outra pessoa mais velha ou mais experiente, adquirir novos conhecimentos. Citado por PAGANOTTI (2011), Vygotsky disse: "a zona proximal de hoje será o nível de desenvolvimento real amanhã".
Muitas vezes, como afirma a autora, o professor se concentra nas competências e habilidades já adquiridas pelo aluno, como que olhando para trás avaliando as dificuldades enfrentadas pelo aluno. Mas uma perspectiva mais positiva é observar o potencial do aluno, além do que que se foi conquistado. Na zona de desenvolvimento proximal o aluno demonstra o que está à frente. 
O conceito de zona de desenvolvimento proximal (...) marca como mais importantes no percurso de desenvolvimento exatamente aqueles processos que já estão embrionária mente presentes no indivíduo, mas ainda não se consolidaram. (Oliveira)
Porém essa conquista de conhecimento não é feita sozinha, ela precisa de mediação e intervenção, e, nesse aspecto o papel do professor se torna fundamental. É ainda em cima dessa ideia que a autora elabora sua segunda reflexão. O aprendizado impulsiona o desenvolvimento (OLIVEIRA) A escola e os educadores tem um forte papel na promoção do desenvolvimento psicológico dos alunos em uma sociedade letrada, pois é necessário que haja interação para o aprendizado, tendo em vista que não é possível um ser humano se alfabetizar sem ter acesso a cultura escrita e não participar de práticas sociais que favoreçam esse aprendizado (OLIVEIRA).
Fortalecendo essa afirmação, a terceira ideia de Vygotsky apresentada pela autora diz respeito “a importância da atuação dos outros membros do grupo social na mediação entre a cultura e o indivíduo e na promoção dos processos interpsicológicos que serão posteriormente internalizados” (OLIVEIRA, grifo da autora). Dentro desse aspecto é possível fazer um contraponto com a matéria apresentada pela disciplina de Alfabetização ao indicar que somente um ambiente alfabetizador não alfabetiza nem letra, somente ter contato com livros não ensina a ler nem a gostar de ler. É preciso a mediação correta do professor e a interação dos alunos. O professor elabora e planeja suas atividades de acordo com o conhecimento prévio do aluno, sempre tendo em vista um objetivo a se alcançar, então ele media e intervém de forma deliberada para que os alunos através da interação e troca de experiências possam reconstruir o conhecimento.
No entanto cabe lembrar:
Embora Vygotsky enfatize o papel da intervenção no desenvolvimento, seu objetivo é trabalhar com a importância do meio cultural e das relações entre indivíduos na definição de um percurso de desenvolvimento da pessoa humana, e não propor uma pedagogia diretiva, autoritária.
Diante disto, o professor também precisa lembrar que os atores principais são os alunos, e é importante que não se roube deles a descoberta, nem as desconsiderando e impondo suas próprias leituras e interpretações. Assim, o professor fornece os instrumentos, as técnicas e estratégias necessárias, para que junto com o conhecimento real os alunos possam interagir e criar propostas de maneira que atinjam o seu potencial.


REFERÊNCIAS

ARAÚJO, M S.; RÊGO, M. C. L.; FERNANDES, V. Alfabetização: conteúdo e forma 2. v.1 / Mairce da Silva Araújo – Rio de Janeiro: Fundação CECCIERJ, 2005.
ARAÚJO, M S.; RÊGO, M. C. L.; CARVALHO, R.; FERNANDES, V. Alfabetização: conteúdo e forma 2. v.3 / Mairce da Silva Araújo – Rio de Janeiro: Fundação CECCIERJ, 2005.
OLIVEIRA, Marta Kohl. O pensamento de Vygotsky como fonte de reflexão sobre a educação. Universidade de São Paulo. 
PAGANOTTI, Ivan. Vygotsky e o conceito de zona de desenvolvimento proximal. Nova Escola, 01 de maio de 2011. Disponível em: < https://novaescola.org.br/conteudo/1972/vygotsky-e-o-conceito-de-zona-de-desenvolvimento-proximal > Acesso em 20/05/2020.
RÊGO, M. C. L.; CARVALHO, R.; FERNANDES, V. Alfabetização: conteúdo e forma 2. v.2 / Mairce da Silva Araújo – Rio de Janeiro: Fundação CECCIERJ, 2005.

LEIA MAIS

13/06/2020

Diário de Quarentena: fiz minha primeira live😳

Foto ilustrativa da live. Do lado esquerdo está escrito Nove motivos pelo qual você não tem o corpo que deseja. Do lado direito a foto da Bábara Bozan de boca aberta com as mãos no rosto simulando estar chocada.

Deu tudo errado mas deu tudo certo!
A live estava programada já tinha uma semana. Semana essa que eu passei na maior tensão possível. Até pesadelo que a internet caiu e a voz não saia eu tive, rsrsrs.
Tava morrendo de vergonha que alguém conhecido visse mas em cima da hora eu convidei Deus e o mundo.

A live é sobre o quê?


Então, a live é sobre emagrecimento. Ela explica quais os fatores que influenciam em não perder peso, e a importância do exercício e da alimentação nesse processo.
Então por que eu participei? Não sou formada em Educação Física nem Nutrição. Mas eu passei recente por um processo de emagrecimento com ajuda das aulas da Bárbara Bozan. A live foi no perfil dela. Ela sim é formada na área.

Enfim, faz umas semanas eu mandei uma mensagem pra ela agradecendo os treinos dela porque eu me identifiquei muito com o método dela e foi uma grande contribuição para que eu me animasse pra voltar me exercitar. E quando eu mostrei meu "Antes e Depois" a ela, que digo de passagem é chocante, ela me disse que andava meio desanimada, mas saber que ela está ajudando gente que nem conhece deixou ela mais feliz. E aí me convidou para participar da live.

Nela eu conto um pouquinho sobre como a depressão contribui pra que eu engordasse bastante, mas como adquiri um estilo de vida mais saudável de uns tempos para cá.
Se você tem dificuldade para emagrecer vale a pena dar uma conferida.
Para assistir clique aqui.


LEIA MAIS

30/05/2020

Diário de Quarentena: fiz um minhocário



várias fotos da horta colocadas lado a lado. entre elas os tomates já vermelhos e algumas das fotos anteriores.

"Você é doida!"
"Que felicidade esquisita: ganhar minhocas..."
"Só você mesmo pra ter essas idéias"

Essas foram algumas das frases que mais ouvi nos últimos dias. Mas na realidade, acho que sou só mal compreendida. Mas é isso estou morrendo de felicidade porque fiz um minhocário. Eu sempre quis fazer um, e sabe como está sendo a quarentena da maioria de nós, né? Agora é hora de pôr todas as ideias em prática.

Mas você deve estar se perguntando pra alguém iria querer criar minhocas. Antes de explicar isso, eu gostaria que você por um momento pensasse em quantos sacos de lixo você e sua família jogam fora todos dias. Alguma vez você parou pra pensar no que acontece com ele depois que o lixeiro pega e leva ele embora?

O problema dos lixo

Na maioria das cidades o lixo não é tratado corretamente. Tudo que sua casa produz é jogado "tudo junto e misturado" nos lixões. E aí aquele monte de reportagens que você provavelmente já assistiu sobre reciclagem vai pro lixo rsrsrsrs, por assim dizer. Mas por quê? Bom pra citar um exemplo, as caixas de leite que utilizamos são ótimas pra reciclar, mas quando ela vai cheia de leite por dentro e misturada num monte de lixo orgânico, tudo isso apodrece, e a maioria das caixas não pode ser aproveitada na reciclagem. Isso é só um exemplo.

Além de estragar materiais recicláveis, todo aquele material orgânico (cascas de vegetais, frutas, etc) poderia virar um ótimo adubo. Mas quando não é tratado, esse material fica entulhado, abafa e apodrece. Como resultado desse apodrecimento, esse lixo começa a gerar um gás extremamente poluente, o metano(CH4). Além disso, o chorume, que é um líquido produzido nessa decomposição, também por não ser feito da maneira que deveria fica tóxico, e, além de poluir o solo ao redor, infiltra nesse solo e polui lençóis freáticos. Ou seja, nada de bom vem de lixo descartado de forma errada.

Tá, mas e as minhocas?

As minhocas, gongolos e os micro-organismos participam de forma, que pra mim é mágica, na decomposição dos materiais orgânicos. E ao construir um minhocário, como eu fiz, praticamente todo de materiais recicláveis e coisas velhas, nós podemos fazer algo a respeito do descarte incorreto do lixo. Você vai poder fazer a compostagem de boa parte do lixo. Não vai resolver o problema do lixo no mundo, mas já pensou se todo mundo fizesse sua parte?
Então como funciona? Diariamente eu vou separar meu lixo orgânico. E vou colocar na minha composteira(minhocário) e vou cobrir com serragem, que não é muito difícil de achar (a maioria das madeireiras doa). Você também pode cobrir com folhas secas se tiver no seu quintal, que não é o meu caso.

Os micro-organismos vão decompor todo esse material. A minhoca californiana(espécie...) se alimenta de materiais frescos, então ela ajuda muito nessa decomposição, além de revirar esse material. Depois de um certo tempo, esse material vai descansar e começar a produzir um chorume que vai ficar armazenado no compartimento inferior. Esse chorume, como é tratado, se torna um adubo tão forte que se você regar a planta sem diluir, ela morre por excesso de alimento. Imagina? Ele ia estar poluindo algum rio por aí mas em vez disso está ajudando seu jardim. Quando ele material termina de se decompor ele vira o famoso húmus de minhoca que todo jardineiro ama ter em casa. Você podia comprar, mas em vez disso fez o seu! 

"Ah mas Stephanie eu não tenho minhoca, dá pra fazer sem?" Dá sim. Como eu disse, as minhocas aceleram o processo, mas a decomposição ´feita em grande parte pelos micro-organismos presentes já na casca dos legumes, nas folhas ou serragem que você colocou, no ar e também por alguns insetos que vão se instalar na sua composteira de vez em quando.

E dá pra fazer isso morando num apartamento? Dá cheiro? Dá rato? Dá sim pra fazer num apartamento e se você fizer direitinho, não vai dar bicho nem cheiro. Aparece vez por outra alguns animais na composteira, mas é importante você sempre mantê-la seca com a serragem e as folhas. Tem muitos tutorias na internet ensinando, não só a fazer mas a também cuidar dela.

"É, mas eu tenho preguiça de fazer uma". Existem vários lugares que vendem a composteira pronta com serragem e minhoca e tudo mais o que você precisar.

Problemas resolvidos? Vamos ver como eu montei a minha...

Foto com gaveteiro de plástico

Primeiro eu peguei um gaveteiro que estava largado na minha casa sem utilidade. Mas eu já vi pessoas fazendo até com baldes... Dei uma olhada nela e ela não muito bem vedada, então encapei com papel adesivo preto(contact), e fiz um furinhos pra ter ventilação. Na parte de trás coloquei um pedaço de meias-calça velha que tinha em casa, também para favorecer a ventilação.

Lateral do gaveiro encapado com papel adesivo e com furos pequenos para entrada de arParte de trás do gaveteiro encapada com meia-calça usada e velha
A ultima gaveta vai servir pra coletar o chorume, e eu li que as vezes as minhocas caem ali e morrem afogadas. Eu vi que tem pessoas que colocam pedras ou tijolos pra que elas subam de volta. Eu optei por colocar mais um pedaço de meia entre a 2ª e a 3ª gaveta, como se fosse uma tela. e nas outras gavetas fiz furos para que o chorume escorra.
         


foto do interior das gavetas superiores com o fundo cheio de furos pequenos para a passagem do líquido


Daí, composteira arrumada, fui falar com meus coleguinhas do Facebook. Perguntei se alguém sabia onde vendia minhocas na minha região ou se alguém doava. Todo mundo disse que eu não ia conseguir. Mas.... eu ainda acredito que as pessoas gostam de se ajudar. E foi o que aconteceu, apareceu uma pessoa, do nada, que nem me conhecia e simplesmente me doou as minhocas. E foi divertidíssimo conhecê-la, pensa numa pessoa simpática? Agora eu não sou mais uma esquisita solitária. Se você está lendo, saiba que estou me divertindo muito em conversar com você, e prometo cuidar das bebês minhocas que você me deu....

foto da hosta com pé de abóbora, pimentão,alho e um pé de manga crescendo
vasos de plantas com couve, mamoeiro, cebolinha e cenouras nascendo
Ela está fazendo compostagem há 8 meses e olha só o que ela já cultivou.... Considerando que mato todas as plantas que entram na minha casa, estou morrendo de inveja dessa horta. Quem sabe a compostagem me ensine alguma coisa e eu deixe de ser a assassina de plantinhas?

vasos de planta com agrião, hortelã, coentro e tomateiros


Enfim, estou divagando.... vamos voltar pra composteira. Eu entrei em contato com uma madeireira da região que gentilmente me doou as serragens. Agora foi a vez de perturbar o marido! Literalmente obriguei ele a ir buscar a serragem quando fosse trabalhar. Ele amou!

Tudo pronto, e agora como vai funcionar?

várias minhocas pequenas misturadas na terraAgora eu comecei a colocar o lixo orgânico, de preferência picado. Algumas coisas não podem ir na composteira pra não matar a minhoca, mas se você quiser saber mais, comenta ou me manda um e-mail que eu te falo mais a respeito. daí ´só cobrir com a matéria seca pra não dar infestação de insetos nem cheiro. As minhocas se esconderam, mas sei que elas estão fazendo o trabalho delas.
material orgânico, sendo visível pedaços de cascas de banana e uma maça inteira apodrecendo.
Minhocas e material orgânico
Serragem de madeira cobrindo o material orgânico
Forragem do material com a serragem

E é isso, agora quando eu terminar de encher a gaveta, vou para a próxima e deixo esse material compostando até virar uma terra preta de adubo. Nem um pouco ansiosa, mas a jardinagem e a compostagem ensinam um pouco de paciência pra gente.

Eu pesquisei um pouco e vi que é possível fazer minicomposteiras para fins pedagógicos trabalhar conceitos nas escolas. Até pensei em escreve sobre isso, mas o texto já está grande. Se você gostou do assunto e quer saber mais comenta que aí eu posso escrever um pouco mais sobre isso. Daqui há alguns meses espero postar um resultado legal pra vocês. Vou ficando por aqui...
LEIA MAIS

28/05/2020

Diário de quarentena: live com psicóloga e escritora


     



     Já tem um tempinho que essa live aconteceu, mas ela ficou gravada e eu queria muito compartilhar e indicar. A live foi no Instagram e eu vou deixar o link abaixo.

       Mas antes eu queria falar sobre um pouquinho sobre ela. Ela foi uma pessoa que me ajudou muito em momentos difíceis e teve muita contribuição pra eu estar bem hoje e correndo atrás dos meus objetivos. Mas do que uma psicóloga ela se tornou uma amiga.

        Na live ela fala um pouco sobre como lidar com a quarentena, mas o que eu mais gostei foi poder conhecer um pouco mais da história dela. Foi uma pessoa que passou por uma dor muito grande, que realmente não sei como lidaria, mas a usou pra ajudar outras pessoas.

        Seu nome é Maria José da Silva Amaral. ela é psicóloga, especialista em psicomotricidade. Criou e coordenou o NAVI (Núcleo de apoio à vitima de trânsito), que trabalhava com apoio e conscientização para vítimas de acidentes de trânsito. Ela é escritora. Um dos seus livros foi o Contos e lições de vida para quem ainda quer viver. Atualmente ela trabalha como psicóloga em Cabo Frio.

            O texto foi pequeno porque o foco é poder assistir a essa live que fala de temas muito atuais. Então vai lá e confere, espero que goste. Clique aqui para assistir à Live.

LEIA MAIS